O ensino de jornalismo cultural a partir da crítica: reflexões de experiências didáticas na cobertura e agendamento do campo cultural
Paula Melani Rocha, Sérgio Luiz Gadini, Isadora Ortiz de Camargo
Resumo
Quais as melhores, mais simples e eficazes atividades
didáticas para desenvolver habilidades com a produção
jornalística em cultura? Como pensar formas de incentivar
o interesse pela produção cultural a partir do exercício jornalístico?
Em que aspectos se pode(ria) desafiar a formação
da sensibilidade estética em sintonia com a cobertura
editorial periodística? É possível desenvolver ações didáticas
que possibilitem reflexões sobre o acesso aos bens (produtos
e serviços) culturais como exercício da condição de
cidadania? Estas são algumas das inúmeras questões que
perpassam as constantes reflexões conceituais em torno dos
desafios didáticos do Jornalismo Cultural no Brasil. O texto
que segue busca, a partir da descrição de experiências de
produção laboratorial em jornalismo cultural, desenvolvidas
junto ao Curso de Jornalismo da Universidade Estadual
de Ponta Grossa (UEPG), discutir algumas das questões
que abrem reflexões constantes e desafiadoras na formação
profissional da área. A produção semanal de dois programas culturais (Crítica de Ponta, que surgiu como um blog,
e o ADE!) televisivos que focam o agendamento, a cobertura
e a análise crítica setorizada na cidade de Ponta Grossa
(PR) é apresentada, aqui, como indicador ilustrativo de um
esforço e proposição didática voltadas ao campo cultural.
Tais experiências procuram tensionar abordagens conceituais
que habitualmente marcam os estudos sobre Jornalismo
Cultural nas escolas do País. A abordagem realizada
no texto dialoga, assim, com referências bibliográficas da
área, recupera parte da trajetória de formação histórica e
social do campo cultural e discute o ensino setorizado na
formação jornalística, em sintonia com os desafios, limites
e problemas que marcam o cotidiano da produção periodística
em cultura.
didáticas para desenvolver habilidades com a produção
jornalística em cultura? Como pensar formas de incentivar
o interesse pela produção cultural a partir do exercício jornalístico?
Em que aspectos se pode(ria) desafiar a formação
da sensibilidade estética em sintonia com a cobertura
editorial periodística? É possível desenvolver ações didáticas
que possibilitem reflexões sobre o acesso aos bens (produtos
e serviços) culturais como exercício da condição de
cidadania? Estas são algumas das inúmeras questões que
perpassam as constantes reflexões conceituais em torno dos
desafios didáticos do Jornalismo Cultural no Brasil. O texto
que segue busca, a partir da descrição de experiências de
produção laboratorial em jornalismo cultural, desenvolvidas
junto ao Curso de Jornalismo da Universidade Estadual
de Ponta Grossa (UEPG), discutir algumas das questões
que abrem reflexões constantes e desafiadoras na formação
profissional da área. A produção semanal de dois programas culturais (Crítica de Ponta, que surgiu como um blog,
e o ADE!) televisivos que focam o agendamento, a cobertura
e a análise crítica setorizada na cidade de Ponta Grossa
(PR) é apresentada, aqui, como indicador ilustrativo de um
esforço e proposição didática voltadas ao campo cultural.
Tais experiências procuram tensionar abordagens conceituais
que habitualmente marcam os estudos sobre Jornalismo
Cultural nas escolas do País. A abordagem realizada
no texto dialoga, assim, com referências bibliográficas da
área, recupera parte da trajetória de formação histórica e
social do campo cultural e discute o ensino setorizado na
formação jornalística, em sintonia com os desafios, limites
e problemas que marcam o cotidiano da produção periodística
em cultura.
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